Gente, o que foi isso?

É desse modo que início este review sobre o sexto episódio de Blacklist. Eu espero que você já o tenha assistido antes de vir aqui conferir minhas impressões. Bora lá.

Reprodução/GMMTV

Começamos o episódio com o Viking implicando mais uma vez com um dos nossos meninos, desta vez, Bantad. Viking queria confiscar o telefone do rapaz sob o pretexto de: “jogos atrapalham os estudos”. Eu sei que isso faz sentido, mas ele é insuportável! Até que P’Camp, o faixa preta, chega, pelo o que entendi essas faixas equivalem a posição do no comitê. Então, Bantad, nada bobo, faz uma aposta com ele valendo seu próprio celular.

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Lembram-se do episódio anterior quando ele faz uma aposta com a sobrinha do diretor, Lila? Pois então, é nesse mesmo esquema, mas agora é o seu telefone que está em jogo. Não preciso nem dizer quem ganhou a aposta e a chance de usá-lo sem ser incomodado pelos fiscais, Bantad é demais.

Na cena seguinte, hora da reunião. A febre na escola agora é um tal jogo de tiro, sim a Era Free Fire chegou na Tailândia também! Brincadeiras a parte, o jogo não é o FF, óbvio, mas tem a mesma essencial, pois se trata de um jogo de tiro, mas em vez de os jogadores estarem numa realidade virtual, montarem os seus bonecos e etc. Os rivais são os próprios seres humanos, como Pokémon GO, entendem?

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Enfim, os meninos, juntamente com Wanpadej, estão discutindo quem trouxe esse jogo pessoas para a escola, fazendo ligações com a Gangue Mãos de Deus. Bantad explica para nós todo o funcionamento do jogo, o diferencial é que quem derrotar o “Chefão” receberá o prêmio de 100,000 Baht (equivalente a 14,000 reais). Dessa vez, Bantad ficará responsável por descobrir se há ou não alguma ligação entre o jogo e a gangue.

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Durante sua missão em campo, Bantad é supreendido por Lila, eu acho que ela gosta dele, ela então diz a ele que vai ensiná-lo a jogar como uma espécie de “pagamento” da sua ajuda com matemática, ele dispensa, mas ela insiste chantageando-o contar sobre o segredo da noite na sala dos professores, ele aceita. Amor estranho, não?

Ainda sobre a reunião, os outros integrantes da Blacklist foram designados para entrar num tipo de grupo de apoio acadêmico denominado “IGENIUS”, achei bastante esquisita a proposta porque é preciso fazer uma processo seletivo para fazer parte (prova), sendo que a ideia inicial do grupo é auxiliar os estudantes com dificuldades, enfim… Toda essa operação com intuito também de descobrir se há alguma ligação com As Mãos de Deus.

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Aproveitando essa parte, tenho alguns comentários: eu adorei a personagem P’Pim, para quem não se recorda, ela foi a irmã de P’Can em LBC, uma fujoshi surtada que quase estragou nossos dois casais BL; em Blacklist, ela ficou tão má, mas ao mesmo tempo diferente e legal, sei lá, eu gostei. A segunda coisa é sobre os meninos, eu achei uma loucura o jeito deles fazendo aquela prova, borracha pra todo lado, cola ali, cola aqui, porém, foram aprovados, isso é o mais importante, certo?

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Em seguida, deparamo-nos com uma cena inusitada (ou não) de Title indo até o comitê estudantil pedindo para fazer parte. Na verdade, achei mega fofo da parte dele indo lá, quando P’Camp perguntou o motivo dele querer fazer parte e este dizer “Melhorar essa escola e impedir que novas vítimas apareçam”, fiquei emocionado. Enfim, ele também é aceito. Parabéns, Title.

No segundo bloco, continuamos com Title sendo designado para a sua primeira missão como fiscal, P’Camp pede para que ele vá atrás de pessoas que possam ter alguma relação com as Mãos de Deus. Quando P’Camp falou dessa Gangue, fiquei mais aliviado porque acredito que ele não faça parte dela e que talvez também tenha o interesse em acabar com tudo isso. Dentre a lista de suspeitos estão Viking (???) e seus outros cinco amigos. Title fica um pouco receoso sobre investigar seus próprios amigos, mas aceita a missão.

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Estamos agora no laboratório, os novos membros do IGENIUS estão reunidos, recebendo apoio da professora P’Pim que oferece para eles uma bebida roxa… Olha, não sei, mas eu não aceitaria, sabe? O recipiente em que a bebida foi servida parece um tubo de ensaio, achei bizarro, mas enfim… Todos bebem, ficam maravilhados, alegam que a bebida deu um impulso para o cérebro. Eu disse todos, né? Menti. Traffic desconfia e alega não ter cede. Por que tão sábio?

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Voltamos para Bantad, ele está caminhando quando é novamente interceptado por Lila, que alega estar ensinando-o a jogar. De repente, é alertado pelo seu celular que o “Top 1” do jogo está por perto. Bantad corre atrás, mas não consegue alcançá-lo, não obstante nosso “Chefão” deixa um lenço cair no chão, uma pista para o nosso gênio.

De volta para os outros quatro, no dia anterior eles encontraram as veganas após saírem das aulas extracurriculares no IGENIUS e perguntaram se elas estavam interessadas em estudar junto com eles na biblioteca, ela aceitam e cá estamos, os quatro casais reunidos numa mesa estudando. Um romance acadêmico, não?

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O que é preciso destacar dessa cena são as informações que Traffic consegue adquirir de Melon, quando ela é questionada a respeito de P’Pim, a menina falou sobre quem ela é, sua origem e inteligência, mas quando é interrogada sobre um líquido roxo, ela afirma que durante suas aulas com a garota nunca viu nem tomou qualquer líquido do tipo. As suspeitas de Traffic só aumentam e as nossas também.

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Finalmente Bantad descobre quem é o dono do lenço e também o “Chefão” do jogo. Nattee é o nome do rapaz. Eu surtei ao descobrir que o ator que faz a personagem é a fofura do Fluke aaaaaaaaaaaaa. Por que eles escolheram os personagens mais fofos para serem… os vilões? Ok, deixe eu me recompor. Bantad desafia Nattee para uma batalha.

É engraçado e ao mesmo tempo bizarro narrar uma luta dessas, então eu vou sintetizar para vocês. Eles lutam no pátio mesmo e há alguns espectadores e torcedores. Vocês precisam ver, é muito doido e engraçado. No fim, Bantad perde e ele fica louco e começa a surtar, passando horas e horas tentando pegar itens e XP pela escola, sendo grosso até mesmo com Lila!

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Ele compra outro ID no jogo (custam 5,000 Baht cada) e recomeça do zero, procurando itens e obtendo XP’s nos combates com outros alunos até que decide desafiar Nattee mais uma vez, agora, na biblioteca. Uma loucura. Tudo ia quase bem até que Bantad é pego pelo monitor e quem salva sua pele é o professor Wanpadej.

Ele recebe um baita sermão do professor por estar “somente brincando por ai” e Bantad fica mais irritando ainda, mas não responde o professor, agora ele decide adotar outra estratégia. Bantad vai até Lila e pede o seu ID emprestado para desafiar Nattee, ele quer provar uma hipótese que vem pensando há um tempo…

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Quando encontra o Chefão, desafia-o mais uma vez, mas pede para que ele use o celular de Lila em vez do seu, como já prevíamos, Bantad perde, mas faz uma descoberta importante. Nattee usa hack para ganhar as partidas. Ele fica desesperado e pede para que Bantad não conte a ninguém sobre isso, porque segundo o garoto, gastou demais com o jogo. Quando Bantad ia responder, ele é encapuzado.

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Estamos no laboratório do IGENIUS. Nosso mais novo monitor, Title, vai até o local para coletar informações sobre o tal líquido roxo, consegue, por pouco, passar despercebido por Pim, mas nos 45 do segundo tempo é pego. Temos muitas revelações nesta cena, a primeira é que Pim alega ser membro das Mãos de Deus e a segunda… Há algo no líquido que os meninos beberam e ela fala para Title procurá-los o mais rápido possível.

A cena final do episódio é a mais deplorável de todas. Title corre por todo o colégio atrás de seus amigos até que os encontra no banheiro. Nessa hora eu fiquei muito P da vida com P’Pim. Jim Bae, Highlight e Andrew estão no chão, todos com espuma na boca e aparentam ter convulsionado. Traffic está em pé olhando-os imóvel e chorando. Nós e Title também ficamos perplexos e o episódio acaba com Title em lágrimas.

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Eu realmente espero que eles não tenham morrido porque acho que não daria nem para ter continuação da série, mas eu achei que as Mãos de Deus já foi longe demais, será que Blacklist já está próximo do fim? O que fizeram com Bantad? Qual a sua opinião, leitor? Deixe nos comentários.

Até semana que vem! Um beijo e aquele abraço.