9.0
Nota Geral

Pontos Fortes

  • Tudo ficou esclarecido e até que enfim alguém foi beijado ali, né.

Pontos Fracos

  • Poderia ser um ponto fraco ou só a história? Achei péssimo P'Fah ter morrido.

Resumo do Review

O décimo episódio de Blacklist foi agitado, deixou nossos corações acelerados, mas foi recheado de revelações e esclarecimentos. Aparentemente, tudo foi resolvido.

Para quem estava achando a série um pouco parada e com um enredo de pouca ação, está agora de boca aberta com o desenvolvimento do lakorn. Blacklist, desde o episódio 7, vem se mostrando bastante interessante e nos deixando, a cada capítulo, mais envolvidos e curiosos para saber como as coisas irão acabar.

Antes de começar, quero convidá-los para conferir o último review da série, é só clicar aqui para acessá-lo. 

Reprodução/GMMTV

Bom, começamos o décimo episódio com o aniversário do Diretor Karin. Na comemoração estão, além dele, uma mulher que não consegui identificar nem o nome ou relação com o homem e sua sobrinha, Lila. É uma cena misteriosa, marcada por olhares, digamos, desconfiados e que, fora isso, não tem nada a agregar.

Em seguida, voltamos àquela cena do último episódio, estão lembrados? Os meninos estão escondidos atrás dos entulhos e, ao contrário do que havia dito no review anterior sobre haver duas pessoas encapuzadas e, por isso, ter desconfiado dos professores, eu estava enganado. Era apenas um refém.

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Na verdade, eram sim, duas pessoas, porém um era a vítima e o outro, o bandido. Pelo o que eu pude entender, o refém era dono de uma empresa de interesse do meliante. Não deu para saber se eles eram concorrentes ou não, porém o sequestrador queria que o outro vendesse sua empresa para ele, mas este nega. 

O homem então arranca uma unha dele, a cena é horrível. Os meninos também ficaram perplexos e começaram a gravar a cena. A vítima, desesperada e gemendo de dor, volta atrás e decide vender a sua empresa, assinando um papel. Não sendo mais útil para o torturador, o homem o mata com um tiro.

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Foi o auge do desespero dos nossos protagonistas, tanto que os meninos saem correndo da sala e vão para o corredor, lá são agora os novos reféns do bandido que questionam o porquê deles estarem ali. De repente, nossos anjos da guarda, Traffic e Highlight, aparecem para salvar os meninos. 

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Na fuga, após Traffic dar vários socos e imobilizar o bandido, este consegue atirar no menino e, enquanto Andrew e Highlight estão fora do prédio discutindo se devem ou não contar para o professor Wanpadej sobre o que aconteceu, Traffic está no fundo, gemendo de dor e caído no chão. Ele levou um tiro no braço.  

Depois temos uma cena sentimental e melancólica entre Lila e seu tio. Ela não é boba e está desconfiada dele, quando ela estava prestes a perguntar algo sobre a investigação, etc, ela desiste e vai pegar suas coisas para ir embora. 

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Então, Karin, que acredito já saber sobre seu presente (GPS) e sua sobrinha estar cooperando com a Blacklist, joga a caneta no chão e começa a chorar, seria, talvez, uma mistura entre remorso e tristeza, enfim, é difícil de saber. 

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Na próxima cena, os professores estão imobilizados em cadeiras, quando chega o Diretor e aí temos a certeza de que ele é um bandido.

No segundo bloco, estamos no hospital, Melon e Pakkard estão aguardando notícias de Traffic. Andrew aparece para acalmar as meninas, Traffic não corre risco. Elas perguntam se existe alguma relação entre o que aconteceu com o Karin e o menino responde que provavelmente sim. 

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Melon sugere que eles procurem ajuda dos adultos, mas Andrew refuta e pede para que elas não se intrometam. Ele vai embora, mas Pakkard vai atrás, ela então implora para que ele seja menos teimoso, porque não quer que tenha o mesmo desfecho que Traffic. 

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Andrew diz estar surpreso pelo fato de Traffic, mesmo depois de tudo que ele havia feito, ainda dizer ser seu amigo e dar sua vida por ele. É uma cena emocionante.

Depois temos Title e Cupcake conversando sobre a relação de P’Dark com o Diretor. A moça fica chocada e triste, afirma nunca ter imaginado que o problema atingiria tais proporções. Title menciona o sumiço do professor e que somente ele possui as provas como contas bancárias, números e todas as informações que possam incriminá-lo. Uma luz acende na cabeça de Cupcake. 

Na sequência, uma cena reveladora. Karin diz que irá matar os dois queimados assim como fez com a primeira geração da Blacklist. Padej enlouquece e pergunta por que Karin fez aquilo com seus alunos. Ele responde que estava curioso em saber quem estava por trás daqueles alunos, quem havia coagido os meninos para ir atrás de informações sobre ele.

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O Diretor diz ter dado outra chance a Wanpadej, mas ele não quis, agora iria matá-lo. Ele destrói todas as provas colhidas pelos dois, incinerando-as. Antes de ir, Karin conta os motivos do seu envolvimento num esquema de lavagem de dinheiro. 

É uma história familiar, basicamente, seu pai preferia seu irmão mais novo, Jakarin, em vez dele, e por isso guarda muito rancor e ressentimento, chegando a planejar a morte de seu irmão (pai de Lila), ficando, dessa maneira, com as propriedades do pai.

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No fim de suas memórias, a professora Jim debocha de seus motivos e ele enlouquece, indo para cima dela, mas desiste e vai embora.

Esse homem é repugnante. 

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Cupcake e Title estão num terraço. A menina leva um caderno com alguns números. Ela mostra para o musculoso e ele os envia para Bantad. Esses números são as coordenadas dos prováveis locais estratégicos do Diretor, um deles é aquela sorveteria (e não cafeteria, desculpe) em que Traffic levou um tiro.

De volta ao hospital, reunião. Os meninos estão discutindo o que eles farão com essas coordenadas. Uns são a favor de fazerem as coisas sem o aval de um adulto, outros temem que aconteça uma tragédia como com Traffic. No meio dessa discussão, Andrew se dispõe a cuidar de Karin por meio de um acordo. 

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Ele sai e vai sozinho atrás do homem. No caminho, Andrew tem lembranças e ataques de raiva, provavelmente, de seu pai. É uma cena cheia de aflição e violência, ele se lembra de sermões e surras de seu pai, é bem tenso. 

No terceiro bloco, voltamos ao hospital, Melon está em prantos por causa de seu amado, Traffic. Ele acorda e tenta reconhecer o local, a moça percebe que ele acordou e pede desculpas, em seguida ela já o atualiza sobre os últimos acontecimentos, como o sumiço do Professor. 

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Traffic fica desesperado e tenta se levantar, mas a dor em seu braço impede. Melon pergunta o que eles poderiam fazer para ajudar, o menino responde “deixa comigo”. Se está com Traffic, está com Deus. 

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Na cena seguinte ficamos sem ar. Os professores estão presos à cadeira e um capanga de Karin chega, ele vai matar Jim. Parece que o Diretor tem um pavio bem curto, né? Quando ele está prestes a apertar o gatilho, ouve um barulho.

Paralelamente, temos três dos meninos invadindo um dos lugares suspeitos, numa cena bem legal e parecida com filmes de espiões, eles imobilizam os guardas do local, porém foram para o local errado. 

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Quando pensamos que a Professora vai morrer, Andrew entra e dá uma paulada no bandido. Ficou esquisita essa sentença? Os três recebem uma ligação de Andrew, informando-os de que os professores estão salvos. Padej conta sobre as provas destruídas, Andrew propõe ir atrás do Diretor sozinho. 

Todos ficam surpresos, “Como você sabe onde o Diretor mora?”, Andrew não responde. Todo mundo está muito desconfiado, inclusive eu.

Numa rápida mudança de cena, estamos agora na casa de Karin, Andrew leva os professores para lá como reféns, achei a ideia péssima, mas ok. O Diretor saca uma arma e dá para o menino executá-los, como forma de provar sua lealdade. 

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Lá fora temos o restante do grupo, ansiosos para saber o que está acontecendo dentro da casa. Até que eles são pegos pelos guardas.

No quarto e último bloco, Karin esclarece para todos a sua relação com o irmão e Lila fica chocada. Ele também diz como conhece tão bem Andrew. Segundo eles, os pais do menino imploraram para que ele o admitisse no colégio, porém Karin impôs uma condição: Andrew deveria ser o seu espião. 

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Nessa parte há muita enrolação, Andrew teve chances de atirar em Karin, todavia é imobilizado; depois, o Diretor quase o mata, mas a polícia chega. Os bandidos ficam desesperados e Wanpadej consegue derrubar o vilão e parte pra cima dele numa cadeia de socos. 

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Tenho certeza que se não fossem os policiais, Padej o mataria. 

Depois das autoridades chegarem ao local, Andrew está de frente com os meninos. É uma cena de esclarecimentos. Todos ficam perplexos e enraivecidos com a ligação de Andrew com as Mãos de Deus. Ele confessa tudo e se desculpa.

Segundo ele, depois Title ser hospitalizado (lá no começo da série), Andrew parou de ser o espião do Diretor. A partir daí, ele descobriu o verdadeiro significado da amizade, porém essa declaração toda é inútil porque todos estão chateados e um por um vai embora. 

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Traffic aparece. Foi ele quem entregou provas que incriminavam Karin para a polícia. Andrew fica surpreso e pergunta como. Conseguem adivinhar? P’Camp! Estão lembrados dele? Pois bem, P’Camp, após uma conversa com Traffic, diz onde estão as provas que incriminam o Diretor.

Um dos policiais chega e agradece a colaboração de Traffic. Este pede para o policial deixar que ele veja se há, no computador, alguma evidência sobre sua irmã desaparecida. Depois de insistir bastante, o policial permite.

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Coitado do Traffic! Ele encontra um vídeo no computador, mas… Sua irmã havia morrido em frente ao Diretor, em sua sala. 

Em seguida, na última cena, Traffic vai até Karin tirar satisfações sobre sua irmã. O Diretor disse que P’Fah era só mais uma viciada e que tinha péssimas notas, segundo ele, a menina implorava para deixar que ela continuasse a estudar no colégio.

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Porém, naquele dia, ela teve uma overdose em sua sala e, para não manchar a reputação da escola, decidiu não contar a ninguém sobre o incidente.  Traffic e nós ficamos de boca aberta. 

É isso, esse foi mais um review, espero que tenham gostado. Até semana que vem, um grande beijo e aquele abraço!