Olá, leitores, tudo bem com vocês?

Hoje iremos conversar um pouco sobre um dos templos mais exuberantes da Tailândia, o Wat Samphran, ou comumente chamado, Templo do Dragão.

Ah, antes de começarmos, queria propor uma reflexão. Vocês já pararam para pensar alguma vez sobre como algo foi construído, em nosso caso, um templo, por exemplo? Não só lá na Ásia, mas no mundo todo, são monumentos faraônicos erguidos há tantos anos e, a gente pensa “nossa, mas como? Não havia quase nada de tecnologia naquela época, como é possível?”.

Não sei se só eu paro para refletir sobre isso, às vezes, mas eu realmente acho tudo muito curioso e interessante ao mesmo tempo. Se vocês já pensaram sobre isso, conta pra mim aqui nos comentários!

Bom, mas chega de reflexões por hora, vamos falar desse templo que também nos deixa de boca aberta!

História do Templo

O Templo do Dragão fica em Sam Phran, província de Nakhon Pathom, cerca de 40 km a oeste da capital, Banguecoque e, pelo fato de estar localizado numa região um pouco mais afastada do grande centro turístico-urbanístico, é pouco conhecido e visitado por turistas e população local.

A construção foi inaugurada na década de 80 e conta uma estrutura intrínseca que “basicamente” é constituída por uma torre cor-de-rosa envolvida por um dragão chinês enorme e verde. O prédio possui 17 andares e altura de 80 metros no total (idade em que se acredita que Buda morreu).

Reprodução

Ao lado, apresenta outras edificações bastante interessantes como a estátua de um Buda dourado.

Simpatizantes da filosofia budista relatam que o local apresenta uma atmosfera tranquila e passível para retiros espirituais.

Segundo um vídeo realizado pela empresa Great Big Story, agência produtora de curta-metragens, Bhavana Buddho, o fundador do templo, ganhou inspiração para construir o dragão que envolve a torre após passar uma semana inteira meditando. Toda a construção demorou apenas cinco anos.

Ainda sobre o dragão: ele envolve toda a construção e seu corpo é oco, isto é, permite que turistas se desloquem pelo prédio através dos corredores localizados no corpo do animal, todavia, devido a falta de investimentos na manutenção do local, algumas passagens foram interditadas a fim de evitar algum tipo de acidente.

Tanto na base, quanto nas laterais da torre, é possível notar as cinco garras do dragão que simbolizam os cinco preceitos do Budismo, que pregam, por exemplo, a abstenção de: prejudicar seres vivos, roubar, má conduta sexual, mentir e se intoxicar.

As informações mais detalhadas sobre sua construção são desconhecidas. É curioso, por exemplo, o fato de o próprio turismo local mal citar a construção para os turistas, será que algo daquele local não condiz com algum preceito da sociedade tailandesa? Deixo essa com vocês.

Sejamos bem sinceros, esse e vários outros templo tailandeses são MUITO interessantes, mal posso esperar para visitá-los um dia! Que praia o quê, eu quero mesmo é ver os templos! KKKK.

Gente, mas é sério, como pode, né? Além da exuberância de ter um dragão envolvido na torre, tudo foi friamente calculado e tudo nele tem uma simbologia, uma representação cultural fortíssima ligada ao budismo. Maravilhoso.

Pessoal, essa foi a matéria de hoje, espero que tenham gostado, comentem aqui embaixo o que acharam do templo, visitariam ou não?

Fico por aqui, beijo, tchau.

Fonte:

Magnus Mundi

MDig

Quanto Custa Viajar