Enquanto a mídia está ocupada com o COVID-19, estou aqui caros leitores da BLB para falarmos nessa reta final de mês sobre algo extremamente recorrente não só na cultura asiática, mas em todo mundo, a SUBMISSÃO.

A submissão se originou com os costumes de povos antigos como vimos nas mais diversas histórias no ensino fundamental e médio, onde culturalmente a mulher era vista, em boa parte dos povos, como um objeto, um ser de simples função social na construção da família, um sacrifício aos deuses marinhos, destruidoras de impérios, símbolos frágeis, de veneração por seus corpos, de temor pelo poder de comando, suas conquistas profissionais, taxada de sexo frágil ou de simplesmente um animal reprodutor.

Dentre todas estas culturas paleontólogas não me cabe falar especificamente da brasileira ou chinesa, mais de maneira geral a SUBMISSÃO que o “HOMEM” exerce sobre a MULHER, seja em que raio de relação esteja tem perdido seu efeito em nossa cultura de maneira gradativa, pois a mulher ocidental de maneira geral age com extrema inteligência emocional e procura se espalhar em nichos que originalmente são dominados por homens que acreditam que o intelecto feminino não alcança a genialidade do proletariado.

Como se não bastasse ser símbolo de estupro, ter seu corpo censurado, suas roupas regradas pela sociedade e ainda ser alvo de uma série de tipos de violência por um gênero que por falta de capacidade intelectual e caráter subjuga outro as suas vontades doentias para banhar seu ego com as lágrimas de tristeza do gênero que apenas quer ser independente e sair do papel de “cuidadora da família”.

Em alguns países da América Central, América do Sul e principalmente no Oriente Médio, onde a cultura da sociedade fóssil não dá direito a mulher nem a ser considerada sujeito de direitos, onde o simples fato dela exibir seus cabelos ou pegar na mão de seu marido é um ato de ofensa para aquela sociedade por motivos muitas vezes religiosos, onde a tradição do corpo feminino ser sagrado é algo passado de geração em geração, no entanto o que deve ser questionado não é fato do corpo feminino ser imaculado até as núpcias arcaicas com um príncipe que só Alá de onde veio, mas a identidade dela mesmo após encontrar o príncipe encantado é roubada e guardada por uma tradição que deve ser lapidada e modificada.

Daí então chegamos ao raciocínio da submissão, ato praticado na maioria das vezes independente do gênero, porém em culturas já citadas a maioria dos casos que não envolve violência doméstica, parte da submissão da identidade moral, individual e cultural do papel social da mulher dentro de uma sociedade vetusta.

Um exemplo bem simples dessa superação de submissão se chama Malala Yousafzai, original de Mingora no Paquistão, onde sobreviveu a ataques terroristas no meio da Guerra Civil que abalava e destrói vários países orientais atualmente. O objetivo é muito simples: PROPORCIONAR ACESSO À EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO PARA AS MULHERES DE SEU PAÍS, bem como as demais regiões onde a repreensão ao papel primitivo da mulher sempre existiu, que lhe deu, como todos sabemos o prêmio Nobel da Paz em 2014.

Observe que o fenômeno provecto da submissão além de ser alimentado pelo baixo intelecto social masculino, juntamente com a sociedade paleontóloga faz a mulher ser prisioneira de si, como é visto inclusive em algumas cenas de BL, em que o padrão em algumas poucas histórias é da mulher promissora do lar e da família, porém se observamos melhor, com a chegada da tecnologia o inquieto intelecto feminino ultrapassa as inúmeras barreiras sociais das proibições e renúncia em últimos casos até sua própria cultura por um bem maior: SER ALGUÉM.

As mulheres em sua plenitude não só na vida real, mas em muitas obras atuais no cenário midiático asiático, têm ganhado cada dia mais espaço, porém a luta pela igualdade e não submissão não se resolve em meses ou em anos, o processo social a tornou submissa deve ser o mesmo processo social que a faz levantar, mas o que acontecer é que a mulher se rende à aceitação de que sua vida seja subjugada para todo sempre. Amém?

Que as conquistas sejam sempre comemoradas e cada dia mais alcançadas.

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