Olá, meus unicórnios, tudo bom?

  Hoje trago para vocês uma matéria para esclarecermos algumas dúvidas sobre o sistema de ensino na Ásia. Prontos? Então, vamos começar.

  Na Ásia, o sistema de ensino é mais rigoroso do que nos países do Ocidente e esse modelo “linha dura” faz com que esse continente tenha um dos maiores índices no ranking do PISA (Programa Internacional de Estudantes).

  Temos como principal exemplo Singapura, ex-colônia britânica, é o país com um dos sistemas mais admirados do mundo e suas escolas são o modelo de disciplina, hierarquia e alta competitividade.

  O bom desempenho desse país se dá pelo governo, em que eles têm como objetivo transformar Singapura em um dos países mais ricos, desenvolvidos e educados do mundo. Mas também há pouca liberdade e a disciplina é pautada por um governo autoritário. O mesmo partido governa o país desde sua independência.

  E não tinha como não falar dela, a Rainha dos BL’s, vulgo Tailândia. O ensino é garantido pelo governo e ele se consiste da pré-escola até o colegial. A educação básica gratuita é de doze anos, sendo garantido pela Constituição que o aluno deve ter no mínimo nove anos, obrigatório, de frequência à escola.

  A Tailândia resolveu quebrar um grande tabu, não só nos países da Ásia, como também nos do Ocidente, que é a educação sexual nas escolas. Essa iniciativa veio como uma forma de conscientizar a sociedade sobre DST’s e gravidez precoce. O crescimento de doenças como AIDS/HIV e gravidez na adolescência está preocupando o governo do país, que apesar de ser conhecido como exótico, ainda é bem conservador e questões relacionadas a sexo não são discutidas de forma aberta.

  Mas vai começar com um projeto que será incluído no currículo das escolas de Ensino Médio no próximo ano e para as crianças menores, o modelo que será ensinado será desenvolvido mais tarde.

  Por conta de todo esse tabu, a Reuters entrevistou cinco universitários tailandeses e eles disseram que quando têm qualquer dúvida ou problema relacionado a sexo, geralmente procuram amigos, revistas de pornografia ou websites. Pais ou professores são a última opção. Sendo assim, a empresa que fabrica preservativos Durex desenvolveu seu primeiro site de aconselhamento sobre sexo dirigido aos adolescentes tailandeses, no intuito de fornecer educação sexual de uma forma mais descontraída e divertida, fazendo a situação ser menos constrangedora possível.

  Agora, antes de listarmos os pontos mais importantes sobre o ensino na Ásia, vamos falar um pouco sobre educação na Coreia do Sul.

  A educação na Coreia do Sul é regida por um sistema estruturado em escola elementar (com duração de seis anos), Escola primária (período de três anos), High School ou Colégios (três anos). O período de idade da escola elementar até a High School é de 7 anos aos 18 anos. E então vem o Junior College, em que predominam são os centros privados: 150 contra 10 públicos. Nas universidades, sua maioria são particulares também, porém elas oferecem variedades de ofertas educativas.

  O período letivo é separado em dois semestres: Primavera, de Março a Junho, e Outono, de Setembro a Fevereiro. O período de admissão começa no mês de Outubro.

  Agora alguns pontos importantes que fazem a Ásia estar no topo do ranking sobre educação.

  Nos primeiros dois anos de vida, a educação não é o mais importante. Nessa fase, o componente mais importante é o emocional da criança.

  A coletividade vem em primeiro lugar (Quem aí lembrou de Sotus??). Mesmo antes dos 3 anos, as crianças aprendem a respeitar as pessoas e os animais, a serem gentis, o autocontrole e agir de forma cuidadosa com a natureza. No Japão, acredita-se que levar em consideração o interesse dos outros antes dos seus é muito importante para o desenvolvimento de uma sociedade harmoniosa e um Estado melhor. É por isso que as crianças aprendem a fazer parte de uma equipe, de um todo.

  Nos primeiros níveis do primário, já são independentes. Por exemplo, no Japão e na Coreia, aos 6 anos de idade as crianças vão à escola sozinhas. Ao iniciar seus estudos, as crianças, como regra, já sabem contar, escrever e ler livros simples. As autoridades do governo acreditam que a independência favorece a disciplina.

  Bom, é isso, espero que tenham gostado. Beijos.

Referências:

~ Brasileiras pelo mundo

~ Wikipédia

~ Boa Saúde 

~ Universia

~ Incrível.Club