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Manner of Death Episódio 7 | Do céu ao inferno em 40 minutos

Pessoas queridas! Olá novamente. Como podem ver, conseguimos encaixar as atividades e vou seguir com as reviews de Manner of Death, sempre levando os fatos mais importantes com bom humor, análise crítica e, claro, muitas almofadas rasgadas! E esta semana, o que eu mais fiz foi rasgar almofada! Kkkkkk

AVISO IMPORTANTE: as reviews de Manner of Death pela BLB estão seguindo a disponibilização oficial da WeTV. Se você já assistiu a algum próximo episódio, mas não pagou como VIP para ter acesso a esse conteúdo, saiba que o conteúdo foi disponibilizado de forma ilegal. Por isso, a BLB está divulgando os episódios que estão disponíveis para todas as pessoas, pagantes e não pagantes. Assim, inibimos a pirataria e ações de violação aos direitos autorais e de transmissão de conteúdo, além de reforçarmos nosso compromisso com os canais oficiais. RESUMO: nosso calendário está certíssimo, só para alinhar, caso estejam com dúvida.

O episódio 7, está cheio de surpresas, pontos de virada da série e, claro, é o episódio MAIS ESPERADO pelos fãs de MaxTul, de BL e de Romance LGBTQIA+. E tudo o que eu posso dizer antes de iniciar a resenha é: eu queria ser aquele cacto!

Eu queria ser esse cacto!

Lembrando de que os comentários em itálico são minhas opiniões pessoais, então podem não ser informações oficiais da série.

As imagens foram capturadas do site oficial da WeTV Thai e têm como objetivo divulgar a série. Caso estejam muito escuras, peço desculpas. A série é sombria mesmo e teremos poucas cenas ensolaradas ou ambientes mais iluminados. Eu acho.

Preparado? Então, puxe uma cadeira ou sente no chão que o episódio está sensacional! Pelamordedeus me abana!

AVISO DE SPOILER: se você ainda não viu o episódio 7 de Manner of Death e não quer saber o que acontece, pare agora. Eu avisei… só para constar! =D

REVIEWS ANTERIORES

PARA ASSISTIR AOS EPISÓDIOS ACESSE A WeTV ORIGINAL

Gente do céu! O episódio 7 começa um pouco antes da famigerada cena do Tan socando o Pued e a Jane tentando impedir Pat de tirar fotos. Sim… aquela que, episódio sim episódio não, precisamos retomar. O começo de tudo. Só que, dessa vez, conseguimos saber o que Jane e Pued estão discutindo, algo tão sério a ponto de Tan aparecer e tentar resolver “largando a mão” na cara do promotor. E o babado é fortíssimo, tenso! Pelas falas, fica claro que Pued quer mais posição política, mais poder e, para conseguir privilégios e ficar “bem na fita” da alta cúpula da cidade, “vendeu” Jane para outros caras.

Esse “vendeu” deixa muita informação subjetiva. Nós, que já assistimos 6 outros episódios e sabemos que Jane se tornou uma viciada e até participou de orgias com esses caras, agora entendemos melhor como ela chegou a esse ponto e quem a colocou nessa situação. Jane decide sair “do esquema”, parar, denunciar o que está acontecendo e, claramente, Pued não concorda com essa decisão. O resultado, além dos bons socos na cara, a gente já sabe: Jane foi assassinada no episódio 1.

A cena pós-abertura retoma a última cena do episódio anterior, com Dr. Bun e Tan assistindo a um vídeo da orgia protagonizado por Jane e os dois poderosos mais babados da cidade: um figurão político e o chefe da polícia local. O cenário não pode ficar pior, pode? Mas olha que pode, hein! Vamos juntos até o final dessa review que você vai entender!

Claro que é um choque para Bun. O moço está claramente desconcertado. Já Tan, apesar de demonstrar empatia, percebemos que ele sabe MUITO MAIS do que demonstra, por motivos óbvios. O que não significa que ele não se importa. Ao contrário. O desgosto do professor é tamanho que não consegue continuar assistindo ao vídeo e fecha a tampa do notebook.

> Esse tema é supersério e não dá para brincar com isso. A situação demonstrada acontece todos os dias, à nossa volta, com conhecidos. Pessoas (não importa o gênero) são enganadas, coagidas e até mesmo forçadas a se drogar e ter relações sexuais contra sua vontade. Na série, o que motiva tudo isso é um jogo político de poder, influência e, claro, dinheiro. Então, é obvio que tanto Bun quanto Tan, que genuinamente gostavam de Jane, estão destruídos por saber detalhes desse esquema.

A cena seguinte é na delegacia. Enquanto os meninos tentam reportar o desaparecimento de Nan (a estudante drogada do episódio passado), Bun chega para entregar o laudo de autópsia de Pat para o Inspetor M, com Tan a seu lado.

> Preciso comentar porque foi mais forte que eu, mas Tan vai com Bun para TODO lugar a partir de agora, não sei se ficou muito claro para todos na série, mas na novel acontece realmente assim, desde o segundo ataque a Bun dentro da casa dele. A partir daí, sem dizer nada claramente, Tan acompanha o legista a todo lugar e faz isso para protegê-lo porque, sabendo que o nosso bom doutor é uma alma inconformada por natureza – e vai “fuçar” todas as informações até conseguir desvendar o mistério da morte de Jane -, é certo o perigo que o médico está correndo. E Tan não está disposto a arriscar nada, porque se apaixona por Bun praticamente desde a primeira vez que o vê. Não é lindo?

Depois de entregar o relatório e dar a cutucada usual no Inspetor M, Bun e Tan deixam a delegacia, mas ficam do lado de fora, esperando os meninos saírem ‒ imagina se o doutor ia deixar de meter o bedelho em mais uma informação! Claro que não! ‒ Descobrem, assim, que Nan não é contatada e nem vista desde a alta do hospital, quando entrou na van preta. Bun viu essa cena, porque tentou ir atrás da moça e impedi-la de sair do hospital, sem sucesso. A informação acende um alerta vermelho na mente do legista, porque os todos padrões estão se repetindo, como aconteceu com Nath e Jane.

Os meninos decidem investigar a van preta sem avisar ninguém. Já em casa, vemos Tan ao fogão, com certeza tentando cozinhar alguma coisa para o namorado… opa, colega de quarto.

> Tan é muito, muito, muito fofooooooo quando está com o Bun. O Max é maravilhoso sempre, mas esse papel caiu perfeitamente para ele. Está demais de tudo-de-bom! E as roupas escuras que ele usa, com o corpo que ele tem… Dá licença, gente! Isso não está certo, não! Tá errado ser tão lindo assim. Afe…

Quando Bun chega e percebe as coxinhas de frango fritando, fica até animado, tadinho, todo cheio de fofura também. Rola gracejo para um lado… corações para outro… e Bun abre a lixeira para jogar uma garrafa fora quando vê o lixo CHEIOOOOOO de coxinhas queimadas. Nem dá para saber quantas vezes e há quanto tempo Tan está ali tentado fritar aqueles três pedaços de frango! Isso mesmo que você leu: três!

> Fiquei com dó, gente. Mas super me vi no lugar do professor, porque nem ovo frito que faço sai bonito, sem estourar gema ou queimar. Então, vamos em frente. Estamos torcendo por você, Tan! Temos certeza de que suas outras habilidades serão mais que suficientes para prender seu homem e fazê-lo perdido de amor.

Dessa vez, parece que Tan conseguiu acertar o ponto certo e tira as coxas da frigideira para Bun provar… mas estavam cruas! Kkkkkk

Tadinho! Gente, essa fofura deles me mata. Mas nosso bom doutor está todo carinhoso e só diz para o professor fritar mais um pouco. Claro que ele vai comer a coxa do boy. Certeza que vai. Coxa de frango! Estamos falando de comida, pessoal. Ainda, pelo menos. =P

Já no carro, eles conversam sobre o que está agoniando Bun e é importante marcar que o médico não diz nada. Tan percebe que ele está somente observando-o. São essas pequenas conexões, os detalhes de atenção e cuidado mútuo que vão aproximando os protagonistas cada vez mais e, neste capítulo, fica muito claro os quão íntimos e confortáveis eles estão um com o outro.

Bun confessa que está preocupado de que Nan termine como Pat, ‒ no caso, acho mais fácil ela terminar como Nath ou Jane, mas tudo bem ‒ ao que Tan comenta que não adianta ficar assim, ainda que para o médico seja impossível ser de outra forma. Não há como intervir no momento, mas eles têm pistas importantes agora, que podem ajudar a descobrir a verdade. E, segundo Tan, sabem onde está o notebook de Pat, o qual acreditam ter as informações que faltam para fechar esse quebra-cabeça.

O problema é que o notebook está com a polícia, ‒ bem lembrado, Dr. Bun ‒ mas Tan tem uma ideia do que fazer sobre isso ‒ já estou ficando com medo, Tan! ‒ Diante do olhar desconfiado do legista, o celular de Tan toca e o número é identificado como “irmão mais velho”. Bun vê e não teria feito a menor diferença… se Tan não tivesse encerrado a ligação na cara do irmão. Isso levantou, sim, suspeitas por parte do doutor que, além de superdesconfiado, é megainteligente.

Tan ignora a situação e muda de assunto “na cara dura”, perguntando o que o doutor quer comer ‒ acho que as coxinhas fracassaram. ‒ Bun diz que qualquer coisa está bem para ele e Tan o leva no The Mist, uma espécie de bar / pub, aquele mesmo onde o médicou se embebedou e o beijou no primeiro episódio. Como você deve lembrar, Tan trabalha fazendo “bicos como segurança” no The Mist.

> Será que Dr. Bun não acha estranho um professor de biologia trabalhar como segurança em um estabelecimento noturno? Sério… Não sei se isso é comum na Tailândia, e posso estar falando uma grande besteira, mas as habilidades de professor de biologia são COMPLETAMENTE DIFERENTES das de um segurança. Eu não consigo entender como essa e outras coisas passam tão naturalmente por Bun e ele invoca com uns detalhes que ninguém mais percebe. Faz parte do rol de bizarrices da série. Mas, tá tudo bem.

Após comentarem sobre a comida em tom cúmplice, Bun pergunta se era o irmão de Tan no telefone, quando estavam no carro. E para a sobremesa, torta de climão, alguém quer um pedaço? Tan responde que era seu meio-irmão e fica quieto. Você não conhece o macho ainda, Tan?! Pelamordopaidasmitocôndrias, criatura! A pergunta seguinte, obviamente foi: “porque você não atendeu?”.

Olha a minha cara

> E agora, garotão? Vai encarrar ou arregar?

Tan responde que “só seria mais um problema para lidar”. E completa afirmando que Bun deve entender o que ele diz. Claro que Bun entende. Não só entende como sorri, deixa passar e chama o “amigo” para beberem.

> Encarou sem encarar. Arregou sem arregar. Ou seja, Tan sendo Tan. A habilidade dele de ficar em cima do muro, dar respostas evasivas e fazer que pareçam aquilo que você estava esperando ouvir desde sempre é fascinante. Não é à toa que ele é bom no que faz. E não estou me referindo às aulas de biologia.

Nesse momento, That, um encrenqueiro que está ajudando o amigo de Nam a encontrá-la, aparece para colocar um dos clientes para fora. Como Bun sempre vê o rapaz criando confusão ou causando problemas, acaba comentando isso com Tan, que responde que That trabalha no The Mist também, mantendo os bêbados sob controle. Como o professor acabou de lembrar que trabalha ali no pub como segurança, é fácil deduzir que That é seu subordinado. Bun, obviamente, faz essa conexão e coloca na mesa para Tan, que novamente foge da resposta, dizendo que não, que somente trabalham juntos. Então, o doutor deduz que o professor trabalha para Dam – a “entidade” maligna da corrupção, o cara mais violento da parada e que mata sem culpa, ou, ao menos, é a fama que essa pessoa tem, embora ninguém nunca tenha visto, nem nós, que estamos assistindo a série desde o começo. ‒ E pede para Tan ajudá-lo a ter mais informações porque o tal Dam deve ser o assassino por trás de todas as mortes. Tan fica visivelmente desconfortável com o pedido, mas não consegue dizer não para o seu doutor, não é mesmo?

> Não consegue, ou não pode? Tem caroço nesse angu, minha gente, e não é pouco não! Vai lá, Bun. Tá esquentando o Marco-Polo. Assim, você consegue descobrir no que Tan está metido antes de a série terminar. Por favor, se descobrir, conta pra gente porque a coisa ainda está bem confusa, ao menos na minha cabeça! Manhã seguinte, cheia de amorzinho. Bun acorda mais cedo, se arruma, mas não come nada e vai checar se seu homem… quer dizer, seu amigo e colega de quarto, já trocou de roupa. A conversa é fofa DEMAAAAAIS! Nosso bom doutor finalmente assume que está esperando pelo professor, para tomar café da manhã e quer que o cara leve ele para o trabalho – o que, na real, acontece todos os dias, desde que estão morando juntos. E tudo seria um perfeito conto de fadas da Disney, se Bun não tivesse identificado o relógio que Tan está usando: modelo exclusivo, carérrimo, que ele percebeu em Pued.

> EITA MISERICÓÓÓÓÓÓÓRDIAAAAAAA. Esse nó tá ficando brabo de desatar. Tô sentindo que vem desgraça em breve e não vai demorar muito não. Sabe aquele frio na barriga de que alguma ciosa ruim vai acontecer e o conto de fadas de amor vai se despedaçar? Pois é. Tô sentindo isso agora! AFEEEEEE

Em paralelo, Bun alerta seu amigo estudante de que That pode não ser uma boa influência. A polícia não consegue extrair nenhuma informação do notebook de Pat, nem do celular do jornalista. Muito bem, pessoal! Assim, vocês… não vão chegar em lugar nenhum mesmo! Aliás, “lugar nenhum” deve estar lotado porque tem uma galera se aglomerando por lá. Kkkkkkk

Mas o Inspetor M encontra uma ligação de Pat para a irmã de Jane um pouco antes da morte do jornalista. A moça transferiu para a conta do jornalista uma soma considerável de dinheiro para receber evidências do caso de Jane, evidências essas que nunca foram entregues, porque o assassino o matou primeiro.

> Bem conveniente. Essa mulher aí também não me convence, mas posso estar enganada. Vamos ver os próximos episódios para saber como ela se encaixa nessa confusão toda.

De volta à delegacia, Inspetor M recebe uma ligação do comissário de polícia para levar o notebook de Pat para a casa dele na manhã seguinte. Então, o Inspetor fecha o computador sem procurar mais nada e leva o equipamento consigo, provavelmente para ninguém mais da delegacia notar. Só que, ao invés de levar o notebook para dentro de casa, ele deixa no banco do carro, enquanto vai tomar banho e descansar com sua bermudinha apertada.

> Fato. Ele tem uma bela bunda e tá no script que tem que mostrar o máximo que conseguir, que nem o Jacob na saga Crepúsculo, que tinha que tirar a camisa em toda cena possível, mesmo aquelas em que não fazia o menor sentido.

É nessa hora, na calada da noite, que Tan coloca seu plano em ação. Ele e Bun vão até a casa do Inspetor M, vestidos de preto da cabeça aos pés, completando o look com bonés e máscaras pretas. Seu objetivo? Pegar o notebook de Pat. Olha só os gatinhos no escuro. Coisa mais linda…

> Agora, eu te pergunto… Nosso bom doutor não percebeu que a roupa que Tan está usando, a mesma que descolou para Bun usar na invasão, é EXATAMENTE A MESMA ROUPA que seu atacante estava usando todas as vezes que foi surpreendido em sua própria casa? Gente… tá parecendo o Clark Kent e o Super-Homem: só tirar os óculos e colocar a cueca por cima da calça que se transforma em outro homem. Alguém me defenda que essa alienação é tensa demais!

Tudo parecia sobre controle, mas foi só nosso professor avisar que precisavam ficar em silêncio… que o cachorro começou a latir, o celular de Bun tocou com recebimento de mensagem, a luz do visor acendeu e Tan resolveu quebrar o vidro do carro para acabar logo com aquilo, para o desespero do legista. Coisa de louco, minha gente! Pegou a pedra, tacou na janela, o alarme disparou e Tan não tava nem aí! Meteu o bração e pegou o notebook. Rápido, preciso e prático. Sem mais.

> A verdade é que Bun está todo atrapalhado! Quem é que não lembra de desligar o próprio celular quando resolve invadir a casa de alguém? Oh, uma pessoa que não costuma fazer isso? Ponto para você Bun! Forca para você Tan que, além de ser o Clark Kent da série, tá entregando o know-how da sua segunda carreira. Ou essa seria a sua primeira? kkkkkk

Claro que, depois dessa cena quase circense, os dois “fora da lei” saíram correndo. Sebo nas canelas! O Inspetor M tentou descer as escadas, correndo para pegar os infratores, mas não havia como carregar sua arma na bermudinha apertada então… Bom… ele só mostrou seu belo peitoral desnudo e úmido, sua bela bunda e pronto. Perdeu mermão, porque até o pneu do carro Tan rasgou para você não poder ir atrás.

De volta para casa, acalorados e excitados pela adrenalina de roubar uma evidência da polícia ‒ é… apesar de eles estarem se comportando como se tivessem roubado goiaba na goiabeira do vizinho, é obstrução da lei até que alguma coisa aconteça no processo, ‒ nossos meninos travessos resolvem fazer travessura de adulto. Tudo começa com um toque despretensioso de mãos, uma sobre a outra. Tan toca Bun no rosto, terno. E, quando a gente tem certeza de que Bun vai afastar a mão dele, nosso legista trás os dedos de Tan para seus lábios e os beija. Começa assim, delicado, terno, amoroso… e se alastra que nem queimada no pantanal e pega fogo na geral. Eles se beijam de verdade. A pegada ali é firme, forte. Dá para ouvir a respiração ofegante deles por trás da música. O desejo é tão concreto entre os dois que dá para cortar com uma faca. Mas… eu não vou entrar em detalhes porque você PRECISA VER esta cena.

> Só vou dizer duas coisas: eu queria MUITO ser aquele cacto, de verdade; e essa foi uma das cenas de amor mais bonitas, viscerais e quentes que já vi. Arrisco a dizer que eles, inclusive, se superaram. Não há páreo para esses dois quando se trata de cena de amor com pegada firme. Não é à toa MESMO que são os Reis do BL! Não vi ninguém ainda nem perto de tomar esse título deles. Delícia! Mas, a mente do Dr. Bun nunca descansa. Enquanto o professor Tan está disposto a passar a noite transando, nosso legista preferido vai atrás do notebook roubado e leva o computador para cama, para ver juntinho com o amado. Aparentemente, não encontram nada de muito importante e voltam a atenção um para o outro, que é o que eu SUPER faria! Afinal, o notebook pode esperar até a manhã seguinte. Certo?

Bom, a manhã seguinte foi bem agitada para a cidade porque ou Pat voltou dos mortos, mas não estamos vendo esse tipo de série, ou alguém chamado Bun usou a conta do Pat para fazer uma postagem sobre o assassinato de Jane. A polícia fica “virada no Giraiya” por conta da evidência perdida e até mesmo Rung, a irmã de Jane, chama Bun para almoçar exclusivamente com a intenção de saber se ele está por trás da misteriosa postagem.

Claro que não há como provar que foi nosso legista favorito, mas… tá na cara, né? Fica claro enquanto os dois conversam que o maior interesse de Rung ali é saber se Pat passou para Bun as tais evidências pelas quais ela pagou sem receber a contrapartida.

> A Rung sempre termina a conversa com as pessoas de forma meiga, pedindo para descobrirem o assassino da irmã. Mas eu sempre fico com a impressão que ela quer mesmo é juntar os fatos, porque está querendo acobertar alguma coisa. Mas Bun é um homem quase satisfeito – porque, obviamente, não planeja parar o pega com Tan na primeira vez ‒ e volta para casa assim que pode, para fazer um jantar gostoso para seu homem – agora com toda a propriedade de quem vos escreve! Supermegablastermaster fofo… ele cozinhando, todo sorrisão, com maior capricho.

Mas, nosso professor de delitos, ops, de biologia liga dizendo que vai precisar trabalhar aquela noite no The Mist. Não estava planejado, mas precisa ir para lá antes de voltar para casa. Como todo bom homem apaixonado, Bun fica meio desapontado, claro. A comida está pronta e tal. Mas daí, a ideia foférrima e cheia de amor aparece: levar uma marmita para o love. Sabe onde é, qual é o trabalho, basta fazer uma marmitinha, porque ele vai ficar com fome.

E assim, Dr. Bun sai de casa, todo pimpão, para levar comida para o namorado. E nada nesse mundo poderia prepará-lo para o que presenciou ao chegar no clube/pub/bar e sabe-se lá mais o que é aquele lugar. Aliás, nenhum de nós estava preparado para aquela cena.

Mesma a distância, Bun presencia o seu homem, que sempre é cuidadoso, carinhoso e que, há poucas horas, estava com ele na cama, simplesmente espancar um homem até o derrubar no chão e, depois, continuar chutando a pessoa, de novo, de novo e de novo, em uma das cenas mais violentas que já vi em uma série Tailandesa.

> Não dá para ler mais o rosto de Bun. E isso é algo importante de comentar. Na novel, Bun é um personagem completamente INEXPRESSIVO, porque tudo acontece nos pensamentos dele. Na série, Tul está fazendo um trabalho brilhante, porque ele não pode atuar 100% como o personagem, porque não teríamos acesso aos pensamentos de Bun como temos ao ler a novel, então, ficaria completamente inacessível, incompreensível e superficial. Mas ele também não pode demonstrar toda a emoção que sente, porque isso descaracterizaria o personagem. Por isso, o equilíbrio que nos entrega na série está perfeito! Palmas para você Tul, que está se provando um ator cada vez mais incrível. Mas é justamente nessas “passagens” do personagem que a gente percebe o que está mudando interiormente. Bun estava mais aberto, feliz, foi levar o jantar para o cara que está gostando, coisa que ele não faria por ninguém. De repente, a expressão e o sentimento somem completamente do rosto dele, e você não faz ideia do que ele pensa ou do que pode acontecer. Eu senti o soco no estômago na hora. Cena fantástica de todos os lados.

Tan volta para casa com sua expressão meiga e serena. Vê a porta aberta, acha estranho e chama por Bun, o semblante preocupado, tenso. Ele está visivelmente ansioso por ver o namorado. Mas, quando entra, o cano de um revólver está apontado para sua cabeça e é Bun que está com o dedo no gatilho.

> “PAN DO WINDOWS”, quase morri!

“Então, você é o Dam”, afirma Bun, revólver em punho, o cano encostado na têmpora de Tan. Ninguém fala mais nada e o episódio termina… assim!

Tan fecha os olhos e, quando os abre, sua fisionomia também é muito diferente daquela que Bun conhece.

> Chegou, claro, a vez de rasgar as almofadas pela interpretação do Max, que está FENOMENAAAAAAL como Tan. Ao contrário de Bun, Tan tem uma persona de fachada para ocultar as atividades ilegais que pratica por conta da família. Mas com Bun ele se permite deixar tudo isso longe e ser quem ele quer ser, quem ele gostaria de ser. A parte cruel que ele tem não aparece, mas a transição desse personagem também fica clara em todas a situações. É algo realmente bonito de ver e mais um ponto para essa série que, para mim, hoje, é a melhor em exibição.

Minha alegria às segundas-feiras

Pois é… agora é esperar ansiosamente o episódio 8 na semana que vem! Não sei como vou aguentar. Haja coração! Mas vale a pena cada segundo de espera para ver essa obra de arte de interpretação dos protagonistas. Sim, eles são lindos juntos e as cenas quentes são maravilhosas, porque a gente até pensa que era mesmo o cacto, ali do lado, vendo tudo rolar real de camarote.

Mas o que mais me encanta é a forma como eles estudaram os personagens e respeitam a personalidade deles, levando para tela a essência no máximo de sua preservação, dentro do possível, dado que é uma adaptação para a televisão em apenas 14 episódios. Eles são demais e, oficialmente, sou fã dos dois! Juntos ou separados, eles merecem brilhar muito no que estiverem fazendo.

Quanto a nós, vamos aguardar o episódio 8. Eu estarei aqui, com essa resenha publicada na quarta-feira. Obrigada por terem lido até aqui!

Grande abraço. Beijo no coração. Até semana que vem. Fui!

Katycia Nunes

Escritora, educadora, esposa, irmã, tia, amiga. Sobretudo, apaixonada pela vida e comprometida em acreditar que somos todos iguais, temos os mesmos direitos de ser feliz, ter uma família, ser quem somos.

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